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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008 |
As músicas do novo CD e "comentários". 1) 'We're So Starving'(Estamos famintos)Uma intencionalmente introdução língua-na-bochecha do álbum - "Estamos ocupados escrevendo músicas pra você...Você não precisa se preocupar/Ainda somos os mesmos!" [We were busy writing songs for you… You don't have to worry/We're still the same!"] canta o frontman Brendon Urie - mas, o que com os vocais estilo-Rainha multi-faixas e a bombástica faixa atrás, uma que coloca o tom para vir tudo igual...
2) '9 In The Afternoon'(9 da tarde)...A qual é, essencialmente, 'Sgt. Pepper' tinha tirado dos Beatles uma Mágica Tour Misteriosa do Bellagio Casino em um espetáculo de Vegas. Esse primeiro single conta com tinidos de sinos, trompas, suntuosa orquestração, palmas joviais e a letra vagamente lisérgica ("Nove na Tarde/Seus olhos são do tamanho da lua") [Nine in the afternoon / Your eyes are the size of the moon"]. Deprimente emo rock isso não é. 3) 'She's A Handsome Woman'(Ela é a melhor mulher)A referência dos Beatles dá uma volta dentro do território 'Revolver' assim que Ryan Ross embeleza um firme-mas-irresistivelmente indisposto rítmo no estilo George Harrison de guitarra aguda prolongada. 4) 'Do You Know What I'm Seeing'(Você sabe o que eu estou vendo)Idílico, alegre, traços de guitarra folk e um rítmo de melodia de berçário anunciam ainda uma dificuldade com estilo, assim que Panic surge com o início de Pink Floyd e abraça o excêntrico psico-pop Inglês. Outro refrão matador é prenunciado por cordas extasiadas, vocal rico em harmonia e a letra fracamente sem sentido: "Eu nunca dei a mínima para o tempo/Mas isso nunca deu a mínima pra mim". ["I never gave a damn about the weather/But it never gave a damn about me". ] Você não pode, mas admira a ambição do Panic. 5) 'The Green Gentleman'(O deputado verde)Deus sabe qual foi o orçamento de 'Pretty. Odd.', mas se custou qualquer coisa menos que um milhão de dólares para gravar, então a banda fez bem, porque certamente soa como isso. Essa soa ENORME, apesar de que a Disney decidiu regravar 'High School Musical' com O Polifônico Divertimento, Infinitamente melhor do que aquilo soa. 6) 'I Have Friends In Holy Spaces'(Eu tenho amigos(as) com cara de Santo)Outra mudança de velocidades, assim que Panic adota o personagem de uma velha banda de barco do Mississippi, completa com banjo, clarineta e autêntico período de som com rangidos. A letra, porém, parece estragar o presente, Urie aparentemente se esforçando com os efeitos da fama: "Você me lembra alguns dos meus amigos famosos/Bem, tudo depende de o que você qualifica como 'amigos'" ["You remind me of a few of my famous friends/Well, that all depends on what you qualify as 'friends'".] 7) 'Northern Downpour'Visivelmente mais tradicional na estrutura do que as anteriores, 'Northern Downpour' pega emprestado do clássico americano bandas AOR - pense The Feeling, mas com o plástico embutido trocado por quentura e soul. Os vocais surpreendentemente expressivos de Urie carregam a melodia para sua gradual ainda jovial crescente. 8 ) 'When The Day Met The Night'(Quando o dia conheceu a noite)Dado toda-cercada de natureza desse álbum, era somente uma questão de tempo para Panic salpicar traços da melodia do leste. O que é surpreendente, porém, é o modo que eles subvertem sua expectativa - de novo - profetizando outro show incrível no refrão estilo "showtune." Brilhante .9) 'Pas De Cheval'((É uma palavra francêsa , que significa CAVALO NÃO, OU NENHUM CAVALO)Discutivelmente a música mais convencional do álbum, 'Pas De Cheval' começa com uma inclinação imprudente à 'I'm A Believer' deNeil Diamond antes de construir um refrão esculpido com rock americando de rádio FM dos anos 70. Com certeza irá detonar se for lançada como single do verão nos EUA. 10) 'The Piano Knows Something I Don't'(O piano sabe algo que eu não sei )E então voltamos à terra familiar assim que Panic mergulha de cabeça dentro do território dos Beatles para um bombástico estilo colagem de sinos '...Mr Kite', instrumentos de metal e de sopro, antes batendo nos freios para um desarranjo psicodélico pastoral, completo com sons silvestres e magnífico vocais. Até mesmo num álbum positivamente preocupado com variações em rítmo e arranjo, essa música se sobressai. 11) 'Behind The Sea'(Por trás do Mar)E então o Tempo E Relativa Dimensão No Espaço de Panic aterriza em Haight Ashbury na altitude de "Summer Of Love" para um amor tarde da noite (e, de fato, "Love-in" - o espírito de Arthur Lee está muito em evidência aqui). O toque musical de Panic logo aparece, embora, e com um 'Whooaah!' somos arrastados para dentro de uma terra de fantasia inspirada em Danny Elfman para a segunda metade da música. 12) 'Folken' Around'(Cerca de Farpado)Certamente eles estão mijando agora...Uma entrada por trás inspirada por violino e dança? Surpreendentemente, isso não soa como merda também. 13) 'She Had The World'(Ela tinha o Mundo)Logo quando você pensa que não há mais um gênero de música que restou para o Panic se apropriar, eles envolvem uma espineta para uma marca digna de música clássica (embora mais Muse do que Mozart). Mais uma vez, a letra é primorosamente justaposta com a música, Brendon cantando uma variação no clássico ‘não é você, sou eu’ sai a oração: “Eu não te amo/Estou só passando o tempo/Você poderia me amar/Se eu aprendesse como mentir/Mas quem poderia me amar?/Estou louco”. ["I don't love you/I'm just passing the time/You could love me/If I learned how to lie/But who could love me?/I'm out of my mind".] 14) 'From A Mountain In The Middle Of The Cabins'(De uma montanha no meio das cabines)Você não pode evitar imaginar o que a base de fãs do Panic irá fazer com suas viagens de heróis musicais. Tão evocativo quanto esse ilusoriamente escuro redemoinho de cordas de Dickensian e ambiente de mundo antigo é, faz um tempo desde a última vez que ouvimos uma guitarra.15) 'Mad As Rabbits'(Loucas(os) como Coelhos)Ufa – aqui está uma, agora. Reconhecidamente está tocando uma justo-como-você-gosta, tema estilo funk dos anos 70, mas aí está. A música finalmente cai em outra fatia do clássico americano, embora apimentada com uma letra sobre um “pobre filho de limpador de chaminés” os quais os “braços eram os ramos da árvore de Natal”. Só há tempo para mais algumas batidas de trompa, e outro refrão, e então é isso. Se isso tudo soa como um surpreendentemente ambicioso, mas potencialmente confuso esgotamento de humor, gêneros e estilos, então é provavelmente porque é. ‘Pretty. Odd.’ irá sem dúvidas surpreender e irritar os fãs de Panic e os odiadores igualmente, mas irá levar mais algumas vezes escutando para determinar se isso é realmente bom...
por Bruna Dantas do Nascimento * 10:35
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